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Pensamentos
e ideias
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O que esperar de 2026
Hoje, a maior expectativa está na economia: na possibilidade de conseguir ou mudar de emprego, melhorar a qualidade de vida e aumentar o poder de compra. Há previsão de geração de empregos, mas com salários ainda baixos e alta informalidade, o que limita a mobilidade social. E vale lembrar também que a maioria das famílias inicia o ano endividada.

Elis Radmann
3 min de leitura


2026 não será sobre ideias. Será sobre quem aguenta o jogo
Por que o esgotamento feminino é estrutural na política brasileira e o que 2026 exige das mulheres que ocupam ou pretendem ocupar espaços de poder.

Lu Rodrigues
3 min de leitura


Comunicação Intencional: o que diferencia quem fala de quem realmente influencia
Comunicar com intenção é agir com estratégia e consciência. Mais do que falar bem, é saber o que se quer provocar no outro: confiança, conexão e propósito. A comunicação intencional transforma presença em reputação e discurso em influência, porque o que move o mundo ainda são pessoas.

Lu Rodrigues
3 min de leitura


Um ano atípico para uma futura eleição atípica
Estamos diante do menor nível de cristalização do voto das últimas eleições. A escolha de hoje é provisória, reflexo de um tempo incerto. A volatilidade do cenário nacional e internacional afeta diretamente a estabilidade emocional e cognitiva do eleitor, tornando 2026 uma eleição diferente, em que cada movimento global pode influenciar o voto local.

Elis Radmann
3 min de leitura


Um líder melhor: menos ruído, mais resultado
Liderança não é falar mais, é comunicar com clareza. Em um mundo saturado pela economia da atenção, líderes eficazes transformam ruído em resultado. Não basta ocupar cargos ou ter diplomas na parede: o que move equipes é propósito claro, estratégia definida e escuta ativa. Sem isso, a comunicação vira barulho, gera retrabalho e corrói a confiança.

Lu Rodrigues
3 min de leitura


Centros de Inovação que não Inovam: A Nova Geração de Elefantes Brancos Municipais
No artigo Centros de Inovação que não Inovam: A Nova Geração de Elefantes Brancos Municipais, Teo Girardi analisa o cenário da inovação pública no Brasil. Muitos municípios investem em hubs e secretarias modernas, mas sem estratégia, orçamento ou gestão eficiente, tornam-se espaços subutilizados. O texto mostra que inovação verdadeira não é estética, mas cultura, política e processos capazes de gerar impacto real na vida das pessoas.

Téo Girardi
3 min de leitura


Leis para poucos, descrença de muitos
O artigo “Leis para poucos, descrença de muitos” analisa como projetos casuísticos no Congresso reforçam a ideia de que políticos atuam em causa própria, ampliando privilégios e afastando a população da confiança na democracia.

Elis Radmann
3 min de leitura


60 socos em silêncio: o que ainda alimenta a brutalidade contra as mulheres?
Um homem desferiu 60 socos contra uma mulher dentro de um elevador. Ela ficou com o rosto desfigurado. Ele alegou claustrofobia. Enquanto ele falava, ela precisou escrever o depoimento — não conseguia falar. Esse não é um caso isolado. A violência contra a mulher não começa com o soco. Começa com o medo. Com o silêncio.

Lu Rodrigues
3 min de leitura


O novo tema da moda: a despolarização
A polarização política criou trincheiras ideológicas que afastam a maioria silenciosa. Este artigo reflete sobre o surgimento da despolarização como caminho possível para um debate mais equilibrado, pragmático e conectado com os eleitores que buscam soluções reais.

Elis Radmann
2 min de leitura


O choque entre gerações em um mundo cada vez mais individualista
As transformações sociais das últimas décadas têm acentuado as diferenças entre gerações. As pesquisas realizadas pelo IPO – Instituto Pesquisas de Opinião vêm demonstrando que as diferenças geracionais estão se acentuando, especialmente no que diz respeito à visão de mundo entre aqueles com mais de 40 e os com menos de 40 anos.

Elis Radmann
3 min de leitura


Qual o seu arquétipo?
Estamos vivendo em um mundo cada vez mais digital onde o excesso de informação tira a nossa atenção, nosso foco. Sabendo disso os estrategistas políticos tem indicado que os candidatos assumam um “arquétipo”, como se fosse um personagem. Calma, não há nada de errado nisso pois todos nós temos o(s) nosso(s) arquétipo(s).

Elis Radmann
3 min de leitura


A escassez de atenção está esvaziando o pensamento crítico
Vivemos a era da abundância de estímulos e da escassez de atenção.
Nossos dias estão mergulhados em rolagens infinitas, fisgados por vídeos curtos e atravessados por múltiplas telas que fragmentam a nossa capacidade de foco. A expressão brain rot — eleita Palavra do Ano de 2024 — não é um exagero. É o diagnóstico de uma cultura de aceleração que esgota a mente antes mesmo que possamos elaborar o que recebemos.

Lu Rodrigues
2 min de leitura


O eleitor tende a destituir um governo que não entrega
A polarização e a radicalização política têm sido temas recorrentes no debate público, mas, na prática, os grupos mais radicais – lulistas e bolsonaristas – representam, em média, apenas 12% da população brasileira.

Elis Radmann
2 min de leitura


Jovens pensam em uma vida com menos internet
O desafio é ficar longe do celular por 24 horas. Mas como incentivar jovens e adolescentes a se afastarem da internet? Essa inquietação está presente no cotidiano das famílias em diversas partes do mundo.

Elis Radmann
3 min de leitura


Estamos cada vez mais desconfiados
A última pesquisa nacional indica que o grau de desconfiança nas instituições brasileiras tem aumentado, especialmente nas políticas.

Elis Radmann
3 min de leitura


Maternidade na Atualidade: os desafios invisíveis das mulheres que escolhem (ou não) maternar
Ser mãe, hoje, é uma decisão carregada de significados, expectativas e, muitas vezes, pressões silenciosas.

Lu Rodrigues
3 min de leitura


A decepção do brasileiro propicia o belicismo e a intolerância
O humor da sociedade brasileira tem sido um terreno fértil para recepção do discurso do ódio.

Elis Radmann
3 min de leitura


Violência Política de Gênero: O desafio de existir e resistir em espaços de poder.
A violência política de gênero não escolhe partido. Ela atinge todas as representantes, independentemente de suas bandeiras ou ideologias.

Lu Rodrigues
4 min de leitura


A percepção da direita no contexto do filme Ainda Estou Aqui
A maior parte das pessoas favoráveis à ditadura e aos pedidos de intervenção militar não estão associadas à ideologia ou a um partido.

Elis Radmann
2 min de leitura


Bandeira não é Posicionamento: o equívoco que pode custar caro – e o que líderes podem aprender disso.
Embora pareçam sinônimos, esses conceitos são muito diferentes – e ignorar essa diferença pode resultar em estratégias inconsistentes.

Lu Rodrigues
4 min de leitura
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